A Planned separou 6 principais mudanças no novo Sistema Nacional

Em 2018, já no primeiro dia do ano, entram em vigor as regras do Novo Sistema Nacional 2018, alteradas pela Lei Complementar nº 155/2016. Isso impacta principalmente as pequenas empresas em relação às novas atividades, limites e regras.

É importante ressaltar que, assim como a Planned, é necessário ter muita atenção nos cálculos para ter a certeza de que esse é o regime tributário mais vantajoso para a sua empresa.

1 – Parcelamento da dívida com prazo máximo de 60 para até 120 meses:

Os valores mínimos de cada parcela foram estipulados em: R$ 300,00 para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e R$ 20,00 para Microempreendedores Individuais – MEI;

2 – Novo teto:

A partir de janeiro de 2018, microempresas e empresas de pequeno porte aumentará o teto anual de R$ 3.600.000,00 para R$ 4.800.000,00.

Já o MEI – Microempreendedor Individual passará de R$ 60 mil para R$ 81 mil (de R$5 mil para R$6.750,00/mês)

3 – Reduções de faixas e novas alíquotas

Nese novo formato do Simples Nacional haverá duas mudanças; a primeira é o número de faixas que é reduzida de 20 para 6.

Além disso, há alterações na formula de cálculo:

RBT12 = Receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao período de apuração;

Aliq = Alíquota nominal constante dos Anexos I a V desta Lei Complementar;

PD = Parcela a deduzir constante dos Anexos I a V desta Lei Complementar.

É importante ressaltar que a fórmula não se aplica em todos os casos, por isto é importante pedir ajuda de um especialista.

 4 – Reduções no número de tabelas e alíquotas

Essa é uma das mudanças mais importantes, pois houve redução do número de tabelas de 6 para 5: um para comércio, um para indústria e três para serviços. Para maior compreensão e atualização, veja  aqui  as tabelas feitas pelo Blog Conta Azul.

5 – Novas atividades

Confira as novas atividades que foram enquadradas no Sistema Nacional.

-Indústria ou comércio de bebidas alcoólicas como: micro e pequenas cervejarias; micro e pequenas vinícolas; produtores de licores e micro e pequenas destilarias desde que não produzam ou comercializem no atacado.

-Serviços médicos como a própria atividade de medicina, inclusive laboratorial e enfermagem; medicina veterinária; odontologia; psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite.

-Representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros;

-Auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração;

-Outras atividades do setor de serviços que tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural.

6 – Investidor Anjo

Primeiro, vamos explicar o que significa o termo investidor “anjo” ou investidor informal, o qual é a figura que Investe recursos financeiros em startups, pequenas empresas ou em empresários, porém sem a necessidade do ingresso no contrato social como sócias administradoras isentando as mesmas dos riscos em relação a dívidas do empreendimento que caberá somente aos sócios.

 

 

Fonte: DNA financeiro e Blog Conta Azul

Imagem: Designed by snowing / Freepik

4 pontos para entender a importância da contabilidade para as empresas

Há muitos fatores que permeiam a abertura de uma empresa, sendo que uma das coisas mais importantes para o bom andamento dos negócios é ter a contabilidade em dia.

A contabilidade se torna necessária para qualquer empresa, independente do porte, segmento e da forma de tributação. Através dela, as companhias visualizam o valor de seus ativos, passivos, receitas, custos e despesas, a rentabilidade e lucratividade do negócio e a produtividade da mão de obra.

Tudo isso resulta em um bom planejamento tributário, tornando a empresa sadia e com possibilidades de romper os cinco anos de existência – período que muitos negócios são desfeitos ou entram em falência.

Em destaque, quatro fatores que a contabilidade favorece uma companhia, seja internamente, na saúde financeira, como externamente, como na tomada de empréstimo. Lembrando que a agilidade acerca das atividades contábeis aumenta expressivamente com o suporte técnico de uma empresa especializada na área.

1 – Tomada de decisão

A contabilidade é um dos instrumentos mais importantes no auxílio à tomada de decisão de uma administração. Isto porque ela coleta todos os dados econômicos de uma empresa, fazendo uma mensuração monetária que torna esses dados um registro que contribui para a tomada de decisões de qualquer empreendedor.

2 – Parecer

Analisando um balanço contábil, os agentes têm condições de tomar conhecimento de quase toda a informação contábil de uma companhia e construir um parecer completo das informações financeiras.

3- Transparência

Os donos de empresas – que não participam diretamente de sua administração – com um parecer da contabilidade conseguem saber quanto o negócio está conseguindo lucrar. Já os administradores podem saber o estado da saúde financeira da empresa e como fazer para melhorá-la.

4 – Crédito

A transparência aqui também é importante, pois bancos e financeiras tendo acesso à saúde financeira de uma empresa, acumulam maior probabilidade de concessão de um empréstimo. Ou seja, empresa como nome limpo na praça é garantia de crédito.

imposto de profissional autônomo

5 dicas para profissionais autônomos não ficarem na ilegalidade

Escritórios de Contabilidade são frequentemente acionados por profissionais autônomos em busca de orientações quanto aos impostos que devem ser pagos, já que são prestadores de serviço na condição de pessoa física e não jurídica, ou seja, não como empresa.

Eles não são funcionários de ninguém.

Entretanto, ainda que pessoa física, por prestarem serviços e receberem por eles os profissionais autônomos estão sujeitos a alguns impostos. São eles:

 

INSS

Da contribuição previdenciária não teria como fugir, afinal quem não almeja um dia conquistar a aposentadoria?

Para se ter esse direito ao atingir a idade mínima estabelecida pelo Governo Federal ou a um auxílio-doença e outros benefícios, se necessários, o profissional autônomo deve deduzir sua contribuição previdenciária com uma taxa calculada a partir do valor do recebimento e as faixas de contribuição estipuladas pela Receita Federal.

O recebimento é vinculado ao Recibo de Pagamento Autônomo (RPA).

ISS

O Imposto Sobre Serviço (ISS) é um grande desafio ao profissional autônomo e é um dos principais motivos de sua busca pela consultoria de um Escritório de Contabilidade,  já que cada município possui sua própria legislação.

Alguns municípios entendem que o prestador de serviços deve ter o ISS taxado a cada emissão de RPA, enquanto outros determinam que o profissional faça o pagamento uma vez ao ano. E isso não é tudo.

Além da legislação, o valor a ser cobrado pelo ISS também varia de acordo com o município.

Se o serviço for prestado em outro município, o Escritório de Contabilidade é quem pode e deve orientar sobre onde o ISS é devido.

IRRF

O Imposto de Renda Retido na Fonte também é vinculado ao RPA. O IRRF é retido pela fonte pagadora e atende a critérios estabelecidos em tabela da Receita Federal (até 27,5%)

Ele deve ser informado na Declaração Anual de Imposto de Renda,  a fim de se contabilizar os valores a pagar e a serem ressarcidos sobre os valores obtidos ao longo do ano-calendário.

 

E o RPA? O que é, afinal?

Citado nos três impostos anteriores, o RPA, ou Recibo de Pagamento Autônomo, é um meio de comprovar que um profissional autônomo atua legalmente. Basicamente, é por ele que se recebe pelos serviços prestados e se calcula os impostos a serem pagos.

Para emitir um RPA, é necessário que o profissional autônomo tenha um registro na prefeitura do município onde mora e, ainda, como contribuinte no INSS.

Algumas situações exigem também um registro no conselho de classe relacionado, como por exemplo, Contadores (CRC), Arquitetos (CAU) e Engenheiros (CREA).

Esses e outros conselhos de classe determinam também contribuição sindical.

 

ÔNUS para a pessoa jurídica contratante

A pessoa jurídica que contrata um profissional autônomo arca com o ônus de 20% sobre o valor da remuneração, sem limite!

E é por essas e outras que é recomendado ao profissional autônomo consultar sempre um Escritório de Contabilidade. Somente desta forma que ele se resguardará profissional e financeiramente.

 

Fonte: Contábeis