Comece 2018 com a restituição do seu Imposto de Renda

Primeiramente, você sabe o que é restituição de imposto de renda?

Basicamente, ele constitui-se de valores que devem ser ressarcidos ao cidadão após a declaração quando constatado que já foram pagos valores maiores do que os devidos para a Receita Federal. E isso acontece todo ano após a declaração.

Então, se o contribuinte começar a se planejar, reduzirá as preocupações com erros e possibilitará que se recupere mais dinheiro na restituição.

Normalmente, a restituição é creditada automaticamente na conta do contribuinte, quando esta é informada no momento da declaração. Caso a restituição não ocorra, o contribuinte deve buscá-la pelo site da Receita Federal quando o lote correspondente da restituição sair.

Mas há alguns detalhes que podem te ajudar a aumentar os valores a serem recebidos:

1 – Guardar documentos

 Essa é uma ação simples, pois basta guardar adequadamente os documentos, como por exemplo, despesas médicas, odontológicas, instruções, pensões alimentícias judiciais. .

2- Previdência Privada

O plano de previdência privada pode ser utilizado como, mas é importante deixar claro que isso só ocorre quando é feito no modelo PGBL, em um limite de 12% do valor tributável total, antes de qualquer dedução.

3 – Doação

Essa é pode ser uma forma de utilizar o dinheiro que paga de imposto para ações que trarão benefícios sociais, mas somente para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda. O limite é de 6 % do imposto de renda devido é para as destinações aos fundos de direitos da criança e do adolescente, as doações e os patrocínios para projetos enquadrados como incentivo a atividades culturais, artísticas e incentivos a atividades audiovisuais.

4- Empregada doméstica

Quando o contribuinte possui empregada doméstica, é importante registrar, sendo possível lançar os valores pagos ao INSS. Com o valor podendo ser pago diretamente do imposto a pagar.

5- Preenchimento do Rascunho do IR

O rascunho pode ser preenchido por meio de um aplicativo disponibilizado pela IRPF. E isso pode ser feita durante todo o ano e não somente quando abre o período de entrega, assim evita os riscos de cair na malha fina.

6- Dependentes

Muitas vezes não se pensa que pai e mãe, dentre outros casos, podem ser dependentes, podendo abater as despesas com assistência médica.

Este caso deve ser avaliado previamente, sendo que os rendimentos deles serão somados em sua declaração e poderá aumentar a sua faixa de tributação.

 

 

Fonte: Confirp

Imagem: Designed by schantalao / Freepik

Entenda as principais regras do Imposto de Renda

O ano de fato começou, já diziam os ditos populares. Carnaval acabou faz um bom tempo, o verão se despede e a rotina está entrando em seu ápice nesses meados de março e abril. IPVA, IPTU, material escolar, matricula da escola e faculdade vão passando e quem entra em evidência é o temido Imposto de Renda.

Recentemente publicamos um texto com 5 dúvidas sobre o ‘leão’, mas uma coisa nos atina. Afinal, todo mundo entende como funciona o Imposto de Renda, sabe das suas particularidades, o que ele implica entre e tantas outras dúvidas.

É um assunto que muita gente foge, mas é necessário, pois erros e dribles podem causar uma série de transtornos. Empregados com carteira assinada sentem no salário uma mordida desse simpático animal das savanas africanas.

Todos podem cair na malha fina. Além dos trabalhadores CLT, os autônomos, profissionais liberais e pessoas que vivem de aluguel de imóveis, entre outros precisam estar atentos. Muda-se o jeito de conferir os ganhos, mas somente isso.

Nota de curiosidade: o leão virou mascote por ser considerado o rei dos animais e com isso carregar uma imagem de justiça e lealdade, além do que a força da sua mordida representa o peso desse tributo no nosso bolso. A figura imponente e pacífica do felino, que costuma dar sinais claros de ataque, foi aliada às características do IR em uma campanha publicitária na década de 1980.

Mas afinal, o que é o Imposto de Renda?

O famoso IR é o imposto cobrado pelo governo sobre a renda e os lucros dos contribuintes (nós, usuários comuns) que moram no país ou que residem no exterior, mas que recebem rendimentos de fontes brasileiras.

O IR tem as tais alíquotas variáveis de acordo com a renda do cidadão. Aí a dúvida que permeia muitas pessoas, pois nem todo mundo precisa se preocupar com o imposto, pois os que têm renda menor não são alcançados pela tributação.

Outras informações no site da Receita Federal ou neste link.

Tenho desconto mensal, porque preciso declarar?

A Receita Federal precisa da declaração para analisar se o contribuinte deve dinheiro ao governo ou se pagou mais impostos do que deveria ao longo do ano anterior. Para chegar à resposta, a receita confronta as informações enviadas pelas pessoas físicas com as empresas, bancos, universidades, hospitais, imobiliárias e corretoras. Hoje a receita já recebe uma série de informações das pessoas jurídicas pagadoras, entre bancos, operadoras de cartão de crédito e planos de saúde, dados que fazem com que haja o cruzamento de dados do que o usuário declara e o que é recebido, sendo esse um dos principais motivos para cair na temida malha fina que abordaremos a seguir. Espera-se que um futuro breve o usuário não necessite preencher sua declaração de imposto de renda, uma vez que com cada vez mais dados do cidadão disponível à receita possa ofertar esses dados e os usuários possam apenas aceitar ou fazer algum pequeno ajuste.

Quem são os isentos de pagar o IR?

Para este ano a tabela do Imposto de Renda 2017 foi alterada com um aumento de 5% – apenas metade da inflação registrada entre os anos de 2015 e 2016 – ainda assim, alargando os limites da isenção dos contribuintes brasileiros. Estará isento do em 2017 quem ganhou até R$ 22.847,76 em 2016. Importante frisar que desde 2008 não há mais a necessidade de preencher a declaração de isento do IR caso você não alcance esses rendimentos.

Além da isenção por valor colocada na tabela que você vê abaixo, há situações especiais em que a pessoa não precisa pagá-lo. Estão isentos os indivíduos portadores de doenças graves como cegueira, doença de Parkinson, esclerose múltipla, fibrose cística, hanseníase, neoplasia maligna, paralisia Irreversível e Incapacitante, AIDS, tuberculose ativa etc. Aposentados por acidente em serviço ou por pedido da empresa também estão dispensados – consulte o site da receita para saber mais.

Veja abaixo a tabela para o exercício 2017, ano-calendário de 2016:

Eu devo declarar?

Complementando a tabela acima, contribuintes que receberam no ano passado rendimentos tributáveis, tais como salários e aluguéis, superiores a R$ 28.559,70 devem declarar. Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte em valor superior a R$ 40 mil no ano passado também devem declarar. Quando falamos em rendimentos isentos, estamos nos referindo, por exemplo, a indenizações trabalhistas, poupança ou doações.

Aqueles quem obtiveram ganho de capital (lucro), em qualquer mês de 2016, com a venda de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto, também devem declarar. Precisam prestar contas à receita quem realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias ou de futuros, por exemplo, na venda de uma ação.

Quem desenvolve atividade rural e obteve receita bruta com valor superior a R$ 142.798,50, aqueles que pretendem compensar no ano-calendário de 2016 ou posteriores prejuízos com atividade ruralista em anos anteriores ou no próprio ano-calendário de 2016 devem fazer a declaração.

Os contribuintes que até 31 de dezembro de 2016 tinham a posse ou a propriedade de bens ou direitos, incluindo terra nua de valor total superior a R$ 300 mil, como um imóvel de R$ 600 mil ou ações no valor de R$ 450 mil também estão na lista.

Como e quando devo declarar?

Este ano os contribuintes devem entregar suas declarações entre 2 de março e 28 de abril. Atualmente todo o processo é online e os programas específicos para fazer a declaração estão disponíveis no site da Receita Federal. É necessário baixar os programas informados no site da Receita ou, caso já tenha feito isso anteriormente, atualizar a versão clicando em “menu”, “ferramentas” e “verificar atualizações”.

Imposto a receber ou a pagar? Como funciona?

Recolher ou a pagar o imposto depende da qualidade dos rendimentos, que podem ser, como mostramos acima, tributáveis ou não-tributáveis, isentos e tributados direto na fonte, ou das suas despesas (qual o valor total que é dedutível do Imposto de Renda).

Um exemplo de restituição acontece quando as despesas dedutíveis não são computadas ao longo do período tributado e, ainda, há recolhimento apenas na fonte. Esse dinheiro é creditado na conta corrente ou poupança da pessoa física, o que diminui o risco de fraudes. Esse pagamento é dividido por lotes, então quanto antes a declaração for feita, mais cedo o contribuinte poderá receber o dinheiro.

Já quem tem imposto a pagar pode fazer o pagamento à vista ou parcelado, nessa última opção são emitidas pelo próprio sistema de declaração guias de recolhimento para pagamento nos bancos credenciados. Faça uma simulação no próprio site da Receita Federal e entenda qual sua condição.

Quem pode ser dependente?

Uma dúvida recorrente é em relação à inclusão de dependentes, principalmente porque a Receita apertou as regras para esse público com o intuito de evitar fraudes e sonegações. Agora, quem for declarar algum dependente que tenha 12 anos completos até 31 de dezembro de 2016 deverá apresentar também o Cadastro de Pessoa Física (CPF) – antes o limite era de 14 anos.

Fonte: Estadão

Quais documentos eu preciso para fazer minha declaração?

Apesar de nenhum comprovante ser anexado no programa do IRPF, é importante ter os seguintes documentos em mãos (ou pelo menos cópias):

– Número do CPF de dependentes
– Número do CPF e CNPJ de fontes pagadoras (de preferência com as notas fiscais ou documentos comprobatórios)
– Comprovante anual de rendimentos das fontes pagadoras (no caso de salários ou serviços prestados)
– Comprovante de gastos dedutíveis no Imposto de Renda (como os de educação, saúde ou gastos com previdência)

De acordo com os pagamentos, rendimentos, bens e doações que você fez, também é importante ter documentos comprobatórios. Segundo o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir Figueiredo, “o ideal é que os documentos sejam guardados para conferência no período de cinco anos”. Também é importante ter o número do recibo da declaração passada do IRPF. Preencher o campo relativo ao número da declaração passada ajuda a combater fraudes.

A malha fina!

A Malha Fiscal da Declaração de Ajuste Anual da Pessoa Física, popularmente conhecida como “malha fina”, é a revisão sistemática de todas as declarações do imposto de renda dos contribuintes, nos modelos completo e simplificado, efetuada de forma eletrônica.

Depois do cruzamento dos dados dos contribuintes, que visam confirmar se as informações passadas na declaração procedem, a receita da o seu veredito. Caso não batam, você estará nesse grupo.

Ao cair na malha fina, não necessariamente o contribuinte precisa pagar multa. Em muitos casos, basta apenas entregar a declaração retificadora, corrigindo os erros e omissões. A multa, que tem diversas variações, só é aplicada se houver IR a pagar e o imposto não foi quitado. Mediante cadastro no site da receita e-CAC é possível averiguar o status da declaração alguns dias pós o término do prazo para entrega da declaração, no qual o contribuinte pode consultar se a declaração foi processada. Caso haja alguma inconsistência, ela é informada para que o usuário faça a retificação. Se o usuário não concluir essa corrigida no prazo estabelecido pela receita, o usuário vai automaticamente para malha fina. Detalhe paga-se multa também e em caso de atraso na entrega da declaração.

Veja os principais motivos para cair na malha fina:

1. Informar despesas médicas diferente dos recibos, principalmente em função da DMED (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde);

2. Lançar valores e dados na ficha de rendimentos tributáveis diferentes daqueles relacionados nos informes de rendimento [Rendimento tributável, Imposto Retido, etc];

3. Deixar de informar rendimentos recebidos durante o ano (às vezes é comum se esquecer de empresas em que houve a rescisão do contrato);

4. Deixar de informar os rendimentos e outras informações dos dependentes;

5. Lançar os mesmos dependentes quando a declaração é feita em separado pelos cônjuges ou companheiros ou informar dependentes sem ter a relação de dependência;

6. A empresa alterar o informe de rendimento e não comunicar o funcionário;

7. Deixar de informar os rendimentos de aluguel recebidos durante o ano;

8. Informar os rendimentos diferentes dos declarados pelos administradores / imobiliárias.

9. Não lançar na ficha de rendimentos tributáveis, os rendimentos proveniente de resgate de previdências privadas, quando não optantes pela plano regressivo de tributação;

10. Não lançar os valores recebidos de Fapi (Fundos de Aposentadoria Programada Individual) como rendimentos tributáveis, sem direito à parcela isenta;

11. Não lançar a pensão alimentícia recebida como rendimentos na ficha de rendimentos tributados recebidos de pessoa física.

12. Não preencher a ficha de ganhos de capital no caso de alienações de bens e direitos;

13. Não preencher a ficha de ganhos de renda variável se o contribuinte operou em bolsa de valores;

14. Não relacionar valores de alugueis recebidos de pessoa física na ficha de recebimento de pessoa física;

15. Não abater comissões e despesas relacionadas a alugueis recebidos na ficha de rendimentos recebidos de pessoas físicas.

A empresa pode levar o funcionário à malha fina quando:

1. Deixa de informar na DIRF ou declara com CPF incorreto;

2. Deixar de repassar o IRRF retido do funcionário durante o ano;

3. Altera o informe de rendimento na DIRF sem informar o funcionário.

Preciso de um contador para declarar o IR?

Declarar o Imposto de Renda não é a coisa mais complicada do mundo, como pode parecer principalmente para quem é marinheiro de primeira viagem, mas o auxílio de um contador não pode ser dispensado em casos mais complexos.

Se contribuinte tem diversas fontes de renda, investimentos, bens móveis e imóveis no país e no exterior ou que simplesmente não tenha tempo para dedicar ao processo a atenção devida, é necessário o auxilio de um profissional que domine todo o processo e seja capaz de evitar erros que o levarão direto para a malha fina.

Como podemos ver neste artigo, todos os caminhos para uma declaração segura do IR precisam de atenção e cuidado. Usuários não familiarizados com essas questões correm o risco de se confundir no início do processo e colocar em risco os procedimentos seguintes.

Se você tem dúvidas, procure uma pessoa qualificada e com entendimento claro das etapas da declaração para lhe ajudar. O escolhido precisa realmente entender o que está fazendo e ser de sua total confiança.

Na dúvida, procure o seu contador. A Planned pode te ajudar. Entre em contato e conte conosco.

5 dúvidas sobre a declaração do imposto de renda

Todo ano as pessoas que receberam ao longo do ano anterior uma determinada quantia de dinheiro necessitam fazer a declaração de imposto de renda. Em relação ao IR 2017, pessoas físicas que receberam mais de R$ 28.559,70 (renda tributável) são obrigadas a declarar os ganhos de 2016. E a mesma coisa para aquelas que passaram dos R$ 40.000 isentos, não tributáveis ou tributados na fonte. Há outras particularidades, mas em suma é isso.

Abaixo 5 dúvidas sobre a declaração do IR 2017:

1 – Deduções possíveis

Muitas pessoas não sabem se há a opção de dedução do imposto de renda em caso de compra de remédios. Infelizmente isso é apenas possível quando os medicamentos integrarem a conta do hospital. Já acerca com gasto em Educação, o limite na hora do declarante deduzir fica na casa dos R$ 3.561,50 para cada um. Apenas titular, dependentes e alimentandos têm direito ao benefício.

2 – É obrigatório declarar se você é sócio de uma empresa?

Essa obrigatoriedade caiu por terra. Apenas sócios com rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, possuir bens com valor acima de R$ 300 mil ou qualquer outra condição de obrigatoriedade precisam declarar o IR 2017.

3 – Quem pode ser dependente?

Uma das maiores dúvidas é quem pode ser o dependente e há uma série de situações em que isso é possível. Quando um menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial. Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho. A dependência existe também quando pais, avós e bisavós que, em 2016, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76. Filho(a) ou enteado(a), se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade.

Se não estiverem cursando a idade cai para 21 anos. E não tem limite de idade quando as pessoas forem incapacitadas física ou mentalmente para o trabalho. irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos, também são contemplados com o benefício, assim como companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge.

4 – Quais modelos preferíveis na hora de declarar o Imposto de Renda?

O contribuinte tem dois modelos para seguir na hora de preencher a declaração do Imposto de Renda: a simplificada e a completa. Mas como saber qual das duas fazem parte do meu perfil econômico. É bem simples. Declarantes com despesas dedutíveis superiores a 20% da renda, preferencialmente, devem optar pelo modelo completo. Caso o contrário, a melhor opção é a simplificada.

5 – Como faço para atualizar o valor de meu imóvel?

Os gastos com reformas no imóvel devem ser documentados com notas fiscais. Só assim é possível atualizar o valor de uma casa ou apartamento.

Certificado Digital agiliza entrega de Imposto de Renda

Se você precisa agilizar a entrega do Imposto de Renda 2017, há uma ferramenta bastante eficaz para isso: o certificado digital. Isto porque, com a ferramenta, existe a possibilidade de baixar a declaração no site da Receita Federal com alguns dados já preenchidos, tendo que realizar apenas os ajustes nas informações e adições de despesas e deduções.

Com o certificado, o contribuinte diminui a chance de cometer falhas na entrega do IR – que tem o prazo encerrado no dia 28 de abril. Usando o certificado e-CPF, no padrão da ICP-Brasil, informações relativas a rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais, já estarão disponibilizadas.

Para obter um certificado digital, é preciso escolher uma Autoridade Certificadora Habilitada. A Planned possui parceria com a Certisign, que é a maior certificadora da América Latina e pode fornecer todos os tipos de certificação a um custo bem acessível e com vantagens extras em relação à concorrência.

Há dois tipos de certificado, o A1 (validade de um ano e fica armazenado direto no computador) e o A3 (alidade de um a três anos e requer um hardware específico para ser armazenado).

É necessário ir nas sedes desses agentes de forma presencial, para validação do processo. O contribuinte tem que estar munido de documentos para ser efetuada a conferência dos dados.

Depois é a parte mais fácil, só esperar o agente de validação fazer todo o procedimento necessário para o contribuinte, se quiser, emitir o certificado na mesma hora.

O certificado digital é obrigatório para contribuintes que tiveram rendimentos superiores a R$ 10 milhões. Ou realizaram pagamentos de rendimentos a pessoas jurídicas, quando constituam dedução na declaração, em que a soma também superou R$ 10 milhões.

Desde o primeiro dia do ano, as empresas optantes pelo regime do Simples com mais de três funcionários também são obrigadas a utilizar o certificado digital para envio de informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias ao governo.

Clique aqui para ver planos e vantagens de certificado digital.

Imposto de renda: erros que fazem empreendedores cairem na malha fina

O imposto de renda pode gerar vários tipos de reações em diversos tipos de empreendedores.

Obviamente que há aqueles que respeitam as regras, há os que tentam burlá-la, há ainda os que deixam tudo na mão do contador, por se tratar de ser mais cômodo, afinal, são tantos cálculos a serem feitos que só de pensar causam arrepios, e também existem aqueles que sentem raiva só de pensar na declaração do imposto de renda e para não pagar o indicado, tentam omitir algum dado, ou contam até mentirinhas para, quem sabe, conseguirem uma restituição maior ou então pagar menos impostos.

Mas saiba que mentir e não pagar o que é devido a Receita Federal, pode não somente causar multa, mas inclusive, pode-se responder criminalmente por isso.

Como acontece a verificação da Receita Federal

Assim que sua declaração do imposto de renda é feita, a Receita Federal faz uma verdadeira caça às bruxas, ou seja, processa os dados e cruza as informações com bancos, cartórios, empresas e tudo o mais que existir para identificar se as contas declaradas batem mesmo.

E onde os empreendedores erram?

Na omissão de uma segunda fonte de rendimentos. Não são poucos os contribuintes que declaram salários, mas esquecem de adicionar palestras ou aluguéis, por exemplo em sua declaração de imposto de renda. Apenas citando dois exemplos para elucidar melhor.

Há também retenção da declaração quando há inclusões de gastos não dedutíveis, como:

  • Cursos de idiomas;
  • Ou quando os valores são superiores a realidade dos gastos.

Quando a Receita Federal nota divergências em uma declaração de imposto de renda, inicialmente, informa ao contribuinte que há algo que não está batendo corretamente e que essa pendência deve ser esclarecida. Por meio do portal e-CAC é possível comunicar o erro, e assim também é permitido acompanhar o processamento da declaração.

O que muitos empreendedores devem estar atentos em sua declaração de imposto de renda

  • Na declaração de todos os bens e patrimônios;
  • Deve ser listado todos os ganhos obtidos ao longo do ano anterior em relação às vendas de bens e também quanto a aplicações financeiras;
  • Devem ser incluídas as movimentações financeiras que foram realizadas tanto no Brasil, quanto no exterior;
  • Quadros, relógios e outros objetos de 10 ou de 50 mil reais, devem ser incluídos;
  • Ações e cotas de participação em empresas ou cooperativas cujo o valor seja superior a mil reais;
  • Cotas em fundos de investimento superior a 140 reais;
  • Os direitos a receber também devem ser declarados, como exemplo: Digamos que você tenha vendido um imóvel em 2015 e receberá o pagamento a prazo, esse valor e as datas devem ser informadas à Receita Federal;
  • Rendas obtidas provenientes de salários ou de aluguéis devem ser incluídas;
  • Lucro com aplicações financeiras.

Mas, afinal de contas o que é dedutível e o que não é dedutível em sua declaração de imposto de renda?

Dedutível na Receita Federal é tudo que envolve…

  • Despesas com médicos, seja dentista ou em clínicas, qualquer especialidade entra na dedução, desde que haja Nota Fiscal ou recibo do profissional que está devidamente inscrito no CRM. Em caso de pagamento com cheque – guarde-o;
  • Despesas com instrução normal do titular, dependente ou alimentando no valor limite anual de R$ 3.561,50;
  • Despesas com plano de saúde, válidos para dependentes ou alimentandos;
  • Despesas com pensão alimentícia, se homologada pelo juiz;
  • Despesas com PGBL (Plano Gerador de Beneficio Livre) deve ser lançado em pagamentos efetuados e pode haver redução no imposto em até 12%. Já o VGBL (Vida Gerador Benefício Livre) não deve ser lançado como dedutível, e sim lançado na ficha de Bens e Serviços.

Não dedutíveis…

  • Utilização de clínicas de saúde ou médicos que não emitam recibo ou Nota Fiscal;
  • Remédios (fora os casos em que foram usados no hospital);
  • Serviço de enfermaria;
  • Despesa com viagens;
  • Cuidadores de idosos;
  • Personal trainer;
  • Academia;
  • Entre outros.

Para não ter problemas com a fiscalização da Receita Federal e correr o risco de sofrer uma autuação por uma infração grave em sua declaração de imposto de renda, consulte uma equipe contábil e mantenha sua declaração bem pontuada, dessa forma você sairá na vantagem, pois evitará muitos problemas, inclusive para os seus negócios.

Ao você ser pego em alguma infração tributária, todos os seus negócios correm o risco de serem fiscalizados também, já imaginou?

A Planned é uma das poucas contabilidades certificadas. Isso significa não apenas reconhecimento, mas também que todo o trabalho será feito com competência e garantia de isenção de multa, nos casos em que ocorrer algum erro contábil.

Quer saber mais? Ligue: (11) 3034 4244